sexta-feira, 21 de março de 2014

Texto dissertativo



Texto dissertativo’’Educação escola de pessoas com surdez’’
 
O foco do trabalho na escola comum dever ser a transformação das suas práticas pedagógicas excludentes em inclusivas defendendo a reinvenção das práticas pedagógicas na perspectivas da educação escolar inclusiva para pessoas com surdez, visando proporcionar a essas pessoas oportunidade de aquisição do de habilidades para a vida em comunidade, ou seja, atuar e interagir com seus pares no mundo. Como cita Mirlene F.M, Damázio.
... “Essas pessoas enfrentam várias entraves para participarem da educação escolar, decorrentes da especificidade que á perda da audição provoca e da forma como se estruturam as propostas educacionais das escolas.”
 Aproximadamente há dois séculos esses enfoques dualistas, entre gestualistas e oralistas, permeiam e ocupam importante lugar nas políticas publicas do nosso pai, seja na escola comum ou especial, continuar neste embate é manter na exclusão escolar as pessoas com surdez. Mirlene F.M, Damázio
...’’Termos certeza de que os processos perceptivos, lingüística e cognitiva das pessoas com surdez poderão ser estimulados e desenvolvidos, tornando –as sujeitos capazes, produtivos e constituídos de várias linguagens, com potencialidade para adquirir e desenvolver não somente os processos visuais- gestuais, mais também ler e escrever as línguas em entorno e, se desejar, também fala. ’’
Portanto a urgência em deflagrar iniciativas que desconstruam os modelos conservadores da escola comum, para gestar formas de fazer uma educação escolar inclusiva pautada no reconhecimento e na valorização das diferenças, tornando preciso uma releitura das propostas que o espaço escolar tem sido remetido, para que as práticas de ensino e aprendizagem na escola comum publicam, possa então ser caracterizada pela sua eficiência, na busca de uma verdadeira produtividade e qualidade inerentes para a educação da pessoa surda. Damázio afirma.
...’’É necessário discutir que mais do que  uma língua as pessoas com surdez precisam de ambientes educacionais mais estimuladores que desafiem o pensamento exercitem, a capacidade perceptivo-cognitivos.Obviamente, são pessoas que pensam, raciocinam e que precisam como as demais de uma escola  que explore suas capacidades, em todos os sentidos. Se só a posse de uma língua bastasse para aprender, as pessoas ouvintes não teriam problemas de aproveitamento escolar, já que entram na escola cem uma língua oral desenvolvida. Aquisição da língua de sinais, de fato não garante uma aprendizagem significativa. O ambiente em que a pessoa com surdez esta inserida, em especial, e da escola comum, uma vez que não lhe oferece  condições para se estabelecer mediações simbólicas com o meio físico e social.”
Mediante todas as questões apresentada, é primordial valorizar as diferenças humanas e aprender com o diferente, não pela diferença que suas deficiências impõem. Em meio a essa realidade, a abordagem bilíngüe vem se legitimar a partir da sua obrigatoriedade que se afirma no decreto 5.626 de 05 de dezembro de 2005, que vem determinar o direito de uma educação em língua de sinais e a língua portuguesa, em sua modalidade escrita, ocorram de forma simultânea e que o a cesso as mesmas colaborem com o processo educativo do aluno com surdez. O respeito e o reconhecimento do atendimento educacional especializado para pessoas com surdez e o direito do aluno com surdez e com tal não deve ser questionado pois e a aceitação de sua diferença que assegurara a sua aprendizagem. Damázio afirma
...’’O atendimento para aprendizagem de libras enriquece a aprendizagem dos alunos com surdez; esse atendimento exige uma organização metodológica e didática especializada; o professor que ministra aula de libras deve ser qualificado para realizar o atendimento das exigências básicas do ensino, não praticar o bimodalismo, ou seja, duas línguas de estruturas lingüísticas diferentes; o professor com surdez, para o ensino de libras, oferece  aos alunos melhores condições do que o professor ouvinte, porque o contato com crianças e jovens surdos com adultos surdos favorece a naturalidade no processo de aquisição da língua... ’’
Objetivo do AEE é respeitar e garantir o acesso as duas línguas obrigatórias para o atendimento do aluno Com surdez, possibilitando um melhor ambiente de aprendizagem e buscando metodologias que promovam o desenvolvimento afetivo, social, cognitivo e lingüístico desse aluno em fim é preciso que nossa sociedade, a escola comum e todos os envolvidos por uma educação inclusiva acreditem na inclusão e assim contribua para o desenvolvimento de uma educação que atenda á todas as ouvintes e oralistas e que este processo de construção do saber possa ser compartilhado por todos.



Referencias: Damázio M.F,Ferreira ,Educação escolar de pessoas com surdez
Revista inclusão
Brasília: v.5.2010 p.46 57.


domingo, 8 de dezembro de 2013

curta metragem

A curta-metragem descreve em áudio descrição  a vida de Maria José, que  residia no sertão Cearense, e teve de largar  os estudo para trabalhar. Isso era o ensinamento que passava de geração em geração ou seja mais uma vez a exploração do trabalho infantil, privado assim Maria de estudar. Além da vida precária que o vídeo aborda; a seca , e a taxa de analfabetismo.

Vida Maria - Audiodescrição Mil Palavras

terça-feira, 22 de outubro de 2013

Plano do AEE

 
AvaliadaGrupo: (Um novo olhar para Inclusão)
Componentes: Maria Liliam da Silva Soares
Jane Cristina Nogueira Ribeiro
Marcia Valéria dos Santos
T08a Juazeiro do Norte
Tutora: Joana Darc Dantas

ROTEIRO PARA PLANO DE AEE

A. Dados de identificação

Nome do aluno: Camila
Idade: 14 anos Série: 5ª ano Turno: Vespertino
Escola: EEIEF Madre Nazaré
Professor do ensino regular: Laura Soares e Lívia Moraes
Professor do AEE: Martha Milene
Mãe: Roberta Silva
Pai: Pedro Lima

B. Plano de AEE

1 – Síntese da Problemática
Camila tem 14 anos de idade, possui Síndrome de down, com atraso cognitivo, na linguagem, dificuldade na interação com os pares, e no comportamento adaptativo e social devido á agressividade com os colegas. A escola enfrenta muitos problemas para trabalhar com essa aluna devido a ausência e o descaso da família para com a mesma, e a falta de estrutura familiar. A aluna possui um certo interesse por música, expressando assim seus desejos necessidades.
2 - Objetivos do plano:
Oportunizar o pleno desenvolvimento da aluna, utilizando de estratégias que possibilite a sua interação com o grupo de alunos, professores e escola, buscando sempre um comportamento adaptativo, para um melhor convívio com os pares. Estimular a Camila a realizar atividades lúdicas, desafiadora, afim que possa vencer suas barreiras, adquira auto - estima, autonomia, uma aprendizagem significativa, linguagem clara e um desenvolvimento cognitivo satisfatório.
3 Organização do atendimento:
• Período de atendimento: de outubro a dezembro de 2013
• Frequência: Duas vezes semanal
• Tempo de atendimento: Uma hora
• Composição do atendimento: ( x ) individual ( x ) coletivo
• Outros:


4. Atividades a serem desenvolvidas no atendimento ao aluno:
• Relaxamento com música;
• Exploração de letra de música da preferencia da aluna utilizando alfabeto móvel, gravuras;
• Releitura de música através de pintura e desenhos;
• Jogo da memória;
• Quebra cabeça;
• Construção de livro utilizando escrita convencional e desenhos;
• Dominó de lógica;
• Jogo de dominó fazendo relação numeral/quantidade
• Exploração do alfabeto móvel, construindo palavras relacionando com gravuras;
• Jogo de boliche em grupo, trabalhando relação numeral/quantidade;
• cálculos matemáticos, usando como suporte materiais concreto para facilitar absorção;
• Leitura de imagem: Explorando os seus atributos afim que esse aluno utilize da linguagem falada para se comunicar;
• Pinturas e desenhos com fundo musical;
• Escrita e jogos em computador
• Escrita espontânea de pequenos textos, utilizando lápis com
• Recorte e colagem; para construir histórias, propor que a aluna faça leitura no final;
• Músicas;
• DVDs;
• Contação de história utilizando livros, fantoches, dedoches e outros;
• Peça de teatro, para apresentar a outros alunos da escola;
• Gincanas em grupos, a fim de proporcionar autonomia da aluna;
• Bingo de letras, números, palavras ou de gravuras, propor esse momento com duplas de alunos;
• Jogo das formas geométricas - passa forma;

5. Seleção de materiais a serem produzidos para o aluno.
• Jogo de boliche com garrafas pete;
• Fichas com gravuras grandes;
• Alfabeto móvel grandes em EVA;
• Jogo de dominó de lógico;
• Jogo de dominó fazendo relação numeral/quantidade;
• Cartelas para bingos e fichas;

6. Adequações de materiais:
• Jogo de dominó com peças grandes;


7. Seleção de materiais e equipamentos que necessitam ser adquiridos: liste os recursos materiais que precisam ser encaminhados para compra e /ou que já existem na sala de recursos multifuncionais.
• Som;
• DVD;
• Jogo de dominó de lógico; ( Peças grandes )
• Jogo de dominó fazendo relação numeral/quantidade;
8. Tipos de parcerias necessárias para aprimoramento do atendimento e da produção de materiais
• Terapeuta ocupacional;
• Psicólogo;
• Neurologista;
• Fonoaudiólogo;
• Assistente social;
• Professor de educação física;



9. Profissionais da escola que receberão orientação do professor de AEE sobre serviços e recursos oferecidos ao aluno:
( x )Professor de sala de aula
( x )Professor da Educação Física
( x )Colegas de turma
( x )Diretor escola

jogo pedagógico utilizado na sala do AEE

Jogos pedagógicos utilizados na sala do AEE




Material utilizado:
(1) uma caixa de madeira ,(5) cinco tornos de cores diferentes, e vários pompons de cores diversas e um recipiente de plástico, para colocar os pompons.



Estimula:
O raciócinio,coordenação motora, atenção e concentração, além da identificação das cores e formas.