quarta-feira, 25 de junho de 2014

AEE Metodologia


Aluna Marcia  Valéria
Turma T08a Juazeiro do Norte CE
Tutora Joana Darc Alves Dantas 

Estabelecendo relações entre o AEE e o texto "Modelo dos Modelos"  do autor Ítalo Calvino

Após a leitura e analise do  texto “O modelo dos modelos” de Ítalo Calvino entende-se que o Senhor Palomar constrói modelos imaginários para se adaptar aos modelos práticos, enquanto no AEE nós professores constroem - se estratégias reais para conhecer melhor as habilidades do aluno partindo do todo,  Iniciando por entrevistas com familiares, professores e gestores e com o próprio aluno para que não ocorra o risco de olhar apenas sua dificuldade, após descobrir as suas habilidades e dificuldades inicia-se estudos para descobrir soluções para amenizar seus problemas  em sala de aula  e no seu  convívio social, e buscam-se estratégias para que o mesmo  compreenda  os  conteúdos estudados  e os ajudem a resolver problemas no do seu dia a dia.. Deve-se pensar nesse  aluno como um ser humano que precisa de um ensino diferenciado para que desenvolva suas habilidades,  e sua aprendizagem  segundo  suas próprias capacidades, dentro e fora da instituição.

segunda-feira, 9 de junho de 2014

Recursos e estrategias em baixa tecnologia que possa apoiar o aluno com TGD em seu desenvolvimento.

Os recursos apresentados  são para crianças com TGD/TEA, esses recursos são utilizados em sala de aula comum, na casa  do aluno, sala de recursos multifuncionais, biblioteca, sala de informática  e demais espaços onde o aluno convive diariamente.

 Gravura 01- Avental

O  avental  proporciona   melhor  fixação de letras,  números  ou outros símbolos  com velcro, que é utilizado pelo parceiro na comunicação,  o parceiro  prende as gravuras utilizadas na atividade e a criança responde através do olhar.

Prancha de Comunicação Alternativa
                                                                     
                                                                
Para alunos com alguma com dificuldades de fala/ comunicação, atividade para melhorar o desenvolvimento da linguagem usando a música para desenvolver a fala.



Cartões de comunicação

    
                           




                           


Dentre os recursos de comunicação alternativa encontram-se os cartões de comunicação, os quais são confeccionados em formato de cartões com símbolos, figuras, fotos, representando um vocabulário variado e fácil de ser manuseado, são portáteis e podem ser levado pela pessoa para todos os lugares, seja em argolas (como chaveiro), carteira de bolso e etc.
 
 


 
                                
               

Rotina Diária


                                                                            
Essa atividade é importante para estimular a comunicação e a interação do aluno, aonde o professor pergunta como o aluno está se sentindo, triste, alegre,... etc. Favorece a interação social no grupo. A atividade favorece a comunicação, a linguagem e a interação social.    




quarta-feira, 23 de abril de 2014

Informativo - surdocegueira e DMU




Informativo - surdocegueira e DMU
A surdocegueira é uma deficiência única, a pessoa possui deficiência visual e auditiva ao mesmo tempo, isso requer métodos especiais para se comunicar no cotidiano em que vive, onde ela ocasiona problemas na aprendizagem. A surdocegueira ela pode ser congênita ou adquirida. As limitações que caracterizam a surdocegueira estão relacionadas com comunicação para responder significativamente com o meio.
Segundo o (MEC/ SEESP, 2002). São consideradas pessoas com deficiência múltipla aquelas que “tem mais de uma deficiência associada. É uma condição heterogênea que identifica diferentes grupos de pessoas, relevando associações diversas de deficiências que afetam, mais ou menos intensamente, o funcionamento individual e o relacionamento social”

Elas apresentam características especificas individual, singulares, não sendo necessariamente os mesmo tipos de deficiências podendo apresenta – se da seguinte forma: Cegueira e deficiência intelectual, deficiência intelectual e auditiva, dentre outras combinações.

As estratégias que podem ser utilizadas para aquisição da comunicação e do DMU, são símbolos, gestos, 
 leituras tátil, sistema Braille, atividades de vida diária, escrita ampliada, recursos de comunicação.




Referencias Bibliográficas. 

BOSCO, Ismênia C.M.G, MESQUITA, Sandra R.S.H. Maia Shirley  R
Coletânea – UFC. MEC / 2010, a Educação Especial na perspectiva da inclusão escolar – fascículo 05: surdocegueira e deficiência múltipla.

sexta-feira, 21 de março de 2014

Texto dissertativo



Texto dissertativo’’Educação escola de pessoas com surdez’’
 
O foco do trabalho na escola comum dever ser a transformação das suas práticas pedagógicas excludentes em inclusivas defendendo a reinvenção das práticas pedagógicas na perspectivas da educação escolar inclusiva para pessoas com surdez, visando proporcionar a essas pessoas oportunidade de aquisição do de habilidades para a vida em comunidade, ou seja, atuar e interagir com seus pares no mundo. Como cita Mirlene F.M, Damázio.
... “Essas pessoas enfrentam várias entraves para participarem da educação escolar, decorrentes da especificidade que á perda da audição provoca e da forma como se estruturam as propostas educacionais das escolas.”
 Aproximadamente há dois séculos esses enfoques dualistas, entre gestualistas e oralistas, permeiam e ocupam importante lugar nas políticas publicas do nosso pai, seja na escola comum ou especial, continuar neste embate é manter na exclusão escolar as pessoas com surdez. Mirlene F.M, Damázio
...’’Termos certeza de que os processos perceptivos, lingüística e cognitiva das pessoas com surdez poderão ser estimulados e desenvolvidos, tornando –as sujeitos capazes, produtivos e constituídos de várias linguagens, com potencialidade para adquirir e desenvolver não somente os processos visuais- gestuais, mais também ler e escrever as línguas em entorno e, se desejar, também fala. ’’
Portanto a urgência em deflagrar iniciativas que desconstruam os modelos conservadores da escola comum, para gestar formas de fazer uma educação escolar inclusiva pautada no reconhecimento e na valorização das diferenças, tornando preciso uma releitura das propostas que o espaço escolar tem sido remetido, para que as práticas de ensino e aprendizagem na escola comum publicam, possa então ser caracterizada pela sua eficiência, na busca de uma verdadeira produtividade e qualidade inerentes para a educação da pessoa surda. Damázio afirma.
...’’É necessário discutir que mais do que  uma língua as pessoas com surdez precisam de ambientes educacionais mais estimuladores que desafiem o pensamento exercitem, a capacidade perceptivo-cognitivos.Obviamente, são pessoas que pensam, raciocinam e que precisam como as demais de uma escola  que explore suas capacidades, em todos os sentidos. Se só a posse de uma língua bastasse para aprender, as pessoas ouvintes não teriam problemas de aproveitamento escolar, já que entram na escola cem uma língua oral desenvolvida. Aquisição da língua de sinais, de fato não garante uma aprendizagem significativa. O ambiente em que a pessoa com surdez esta inserida, em especial, e da escola comum, uma vez que não lhe oferece  condições para se estabelecer mediações simbólicas com o meio físico e social.”
Mediante todas as questões apresentada, é primordial valorizar as diferenças humanas e aprender com o diferente, não pela diferença que suas deficiências impõem. Em meio a essa realidade, a abordagem bilíngüe vem se legitimar a partir da sua obrigatoriedade que se afirma no decreto 5.626 de 05 de dezembro de 2005, que vem determinar o direito de uma educação em língua de sinais e a língua portuguesa, em sua modalidade escrita, ocorram de forma simultânea e que o a cesso as mesmas colaborem com o processo educativo do aluno com surdez. O respeito e o reconhecimento do atendimento educacional especializado para pessoas com surdez e o direito do aluno com surdez e com tal não deve ser questionado pois e a aceitação de sua diferença que assegurara a sua aprendizagem. Damázio afirma
...’’O atendimento para aprendizagem de libras enriquece a aprendizagem dos alunos com surdez; esse atendimento exige uma organização metodológica e didática especializada; o professor que ministra aula de libras deve ser qualificado para realizar o atendimento das exigências básicas do ensino, não praticar o bimodalismo, ou seja, duas línguas de estruturas lingüísticas diferentes; o professor com surdez, para o ensino de libras, oferece  aos alunos melhores condições do que o professor ouvinte, porque o contato com crianças e jovens surdos com adultos surdos favorece a naturalidade no processo de aquisição da língua... ’’
Objetivo do AEE é respeitar e garantir o acesso as duas línguas obrigatórias para o atendimento do aluno Com surdez, possibilitando um melhor ambiente de aprendizagem e buscando metodologias que promovam o desenvolvimento afetivo, social, cognitivo e lingüístico desse aluno em fim é preciso que nossa sociedade, a escola comum e todos os envolvidos por uma educação inclusiva acreditem na inclusão e assim contribua para o desenvolvimento de uma educação que atenda á todas as ouvintes e oralistas e que este processo de construção do saber possa ser compartilhado por todos.



Referencias: Damázio M.F,Ferreira ,Educação escolar de pessoas com surdez
Revista inclusão
Brasília: v.5.2010 p.46 57.